14 de jun. de 2008

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Falar é completamente fácil,
quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer,
o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer
diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém,
dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas
e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia
e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência
quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém
que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados
pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica
quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo,
mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas,
ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta.
Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas
vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém.
Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo,
mas com tamanha intensidade, que se petrifica,
e nenhuma força jamais o resgata.

Beijos da sempre

11 de jun. de 2008

Felicidade realista

FELICIDADE REALISTA(Excertos)
(Mário Quintana)

...” E quanto ao amor?Ah,o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados,queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário...Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade.Você pode ser feliz solteiro,feliz com uns romances ocasionais,feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.Não existe amor minúsculo,principalmente quando se trata de amor-próprio.A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a,invente seu próprio jogo.Faça o que for necessário para ser feliz.Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples,você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade...”

9 de jun. de 2008

"Quão louco é preciso estar pra ignorar o que é estranho;
até tornar comum? E enquanto o dia passa observar, achando graça, o nada chegar a lugar algum? Como jogar numa balança minha carência e toda essa estranha segurança de saber que você está aí para ouvir minha incoerência a cada mudança? Eu gosto de argumentar e gosto pouco da complicação e a cada nova discussão você espera que eu volte a falar o que é bom ouvir como se a diferença fosse sempre pretexto pra eu me declarar e nos unir... como se isso fosse preciso. Não será incoerência se eu ceder e acatar de cara aquilo que você pensa às vezes, e romper tudo num beijo levando assim a paz desejada. Sem me preocupar com orgulho ou dependência. Ser menos racional, sem me sentir mal. Acho que essa é minha deixa, amar e deixar ser amada com a FORÇA da liberdade que volta exatamente por ser livre"