23 de dez. de 2011
22 de dez. de 2011
21 de dez. de 2011
“Meu amor,
os dias desistiram de passar sem você aqui. Ando de um lado para o outro procurando ocupar a cabeça com algo produtivo, mas só sobrou o eco do seu silêncio. penso no porquê da tua ausência de respostas. Serão essas minhas palavras monólogos que não passam de ensaios? Onde a vida está acontecendo agora? Longe daqui, de certo. Longe de mim. Sem você sou tão baldia. Gosto dessa palavra “baldio”. É sonoro e me descreve bem como nenhuma outra: abandonada, sem valor, rejeitada, infértil, vazia, de ninguém. Olha os meus desvarios sem você por perto para me lembrar que me ama. Olha só como me ponho na beira do abismo, de pés descalços e beijando o vazio quando me vejo sem você. Esse amor assim, tão dependente, tão Ultra Romântico que guardo por ti vem acabando com a sanidade que sempre me foi parca. Veja bem, meu fim será Ultra Romântico também. Será? Não vamos pensar nisso agora.”
os dias desistiram de passar sem você aqui. Ando de um lado para o outro procurando ocupar a cabeça com algo produtivo, mas só sobrou o eco do seu silêncio. penso no porquê da tua ausência de respostas. Serão essas minhas palavras monólogos que não passam de ensaios? Onde a vida está acontecendo agora? Longe daqui, de certo. Longe de mim. Sem você sou tão baldia. Gosto dessa palavra “baldio”. É sonoro e me descreve bem como nenhuma outra: abandonada, sem valor, rejeitada, infértil, vazia, de ninguém. Olha os meus desvarios sem você por perto para me lembrar que me ama. Olha só como me ponho na beira do abismo, de pés descalços e beijando o vazio quando me vejo sem você. Esse amor assim, tão dependente, tão Ultra Romântico que guardo por ti vem acabando com a sanidade que sempre me foi parca. Veja bem, meu fim será Ultra Romântico também. Será? Não vamos pensar nisso agora.”
Carta ao Papai Noel. Pode ser papai IsmaEL???????
Querido Papai Noel,
mais uma vez chegou os seus 15 minutos de fama, já estava com saudades. Também chegou a hora de todo mundo ficar bonzinho, fazer doações, pedir presentes, agradecer os presentes, rezar quando for meia noite, comer a droga do arroz com uva passa e comer pavê (ou pá comê? rá rá rá). Quem é que não faz isso vivendo no Ocidente?
Não é que eu não goste do Natal. É que simplesmente tudo ficou tão banal: todos esses ateus e críticos de Deus comemorando o que mesmo? E não é que eu seja a chata da família que passa o Natal na banheira com sais… Imagine...
Mas desde que o Reveillon é minha festa preferida, como presente (além do término do meu curso), peço para que meu bom velhinho viesse passar a virada do ano com a gente. Porque como disse Drummond: aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
Eu adoro a sua entrada triunfal pela chaminé, sinta-se a vontade para realizá-la no dia 31. Teremos várias comidinhas no mesmo estilo natalino.
Esse ano quero mais do que 15 minutos com o senhor. Qualquer dúvida, pergunte-me no dia 25, mas seria legal fazer disso uma surpresa para as crianças e adultos também. Mantenhamos contato pelo Facebook, pode ser?
Ah, diga para Mamãe Noel também vir! E tragam todo o amor do mundo pra cá.
Beijos com carinho,
Ana.
PS: Não teremos cerveja. Vai de vinho mesmo?
18 de dez. de 2011
Não te perdi. Eu me perdi. E assim fiquei... Olhando durante um tempo para aquele ônibus, para aquela despedida, para aquela indecisão naquela janela que você gostou com aquelas flores e aquele vento. Imaginei todos aqueles planos fantasiados que eu tinha sonhado, aqueles planos que eu jamais saberia se iam existir, não porque a gente não sabe do amanhã, mas porque você me abria os olhos a cada dia. Então respirei fundo.
E assim perdi a vontade de seguir em frente, de olhar pro lado e te vê distante. E então perdi a vontade de fazer de você uma história, e sem mais pretensões você virou só momento e então perdi a vontade de me irritar por esses momentos que acabariam logo. E então te avisei. Agora você poderia fazer o que deixou de fazer por minha causa. Te expliquei de forma sucinta minha decisão e segurei, disfarcei mais uma vez, como segurava e disfarçava sempre a vontade de chorar. Não que eu fosse forte, mas tinha que aparentar ser. Nos primeiros cinco minutos vi meu mundo caindo aos poucos, mas depois achei mil maneiras de me confortar.
Queria dizer que não me arrependo de ter entregado a você um pouco de verso e um pouco de esperança... Que te mostrou que sempre existe uma saída mesmo que possa parecer impossível, mas só se resolve se tentar. Mesmo que se erre muitas vezes.
Bom, mais acho que ainda faltou esperança para continuarmos seguindo em frente. Talvez se eu tivesse falado menos sobre signos, menos sobre o futuro ou pensando menos em planos, é aqueles planos que sonhamos e que quase nunca acontecem. É, sobre esses planos eu devia ter pensando menos, pois eu sabia que era melhor não fazer planos com você. Se eu sabia de tudo, então porque eu não falei menos de você, de mim... de nós. talvez não pensasse tanto na despedida, nos problemas, no futuro, no fim. Porque esse fim era esperado. Mas eu ainda tinha esperança, por isso acreditei na gente.
Sei que ainda escorre água com sal que chega rapidamente até minha boca, quando lembro de momentos, mas seca poucos minutos depois. Talvez seja a esperança de você bater na minha porta, de você dizer que fica, de você ter certeza que quer. Mas vá agora, ainda cedo, ainda quando a brisa consegue secar as poucas lágrimas que escorrem pela face.
Eu podia sim esquecer tudo e viver o agora, o momento, o dia e a noite, cada segundo, mas eu vou viver sim, mas com esperança. Porque ainda não sei viver sem a esperança de ter você pra sempre ao meu lado.
E assim perdi a vontade de seguir em frente, de olhar pro lado e te vê distante. E então perdi a vontade de fazer de você uma história, e sem mais pretensões você virou só momento e então perdi a vontade de me irritar por esses momentos que acabariam logo. E então te avisei. Agora você poderia fazer o que deixou de fazer por minha causa. Te expliquei de forma sucinta minha decisão e segurei, disfarcei mais uma vez, como segurava e disfarçava sempre a vontade de chorar. Não que eu fosse forte, mas tinha que aparentar ser. Nos primeiros cinco minutos vi meu mundo caindo aos poucos, mas depois achei mil maneiras de me confortar.
Queria dizer que não me arrependo de ter entregado a você um pouco de verso e um pouco de esperança... Que te mostrou que sempre existe uma saída mesmo que possa parecer impossível, mas só se resolve se tentar. Mesmo que se erre muitas vezes.
Bom, mais acho que ainda faltou esperança para continuarmos seguindo em frente. Talvez se eu tivesse falado menos sobre signos, menos sobre o futuro ou pensando menos em planos, é aqueles planos que sonhamos e que quase nunca acontecem. É, sobre esses planos eu devia ter pensando menos, pois eu sabia que era melhor não fazer planos com você. Se eu sabia de tudo, então porque eu não falei menos de você, de mim... de nós. talvez não pensasse tanto na despedida, nos problemas, no futuro, no fim. Porque esse fim era esperado. Mas eu ainda tinha esperança, por isso acreditei na gente.
Sei que ainda escorre água com sal que chega rapidamente até minha boca, quando lembro de momentos, mas seca poucos minutos depois. Talvez seja a esperança de você bater na minha porta, de você dizer que fica, de você ter certeza que quer. Mas vá agora, ainda cedo, ainda quando a brisa consegue secar as poucas lágrimas que escorrem pela face.
Eu podia sim esquecer tudo e viver o agora, o momento, o dia e a noite, cada segundo, mas eu vou viver sim, mas com esperança. Porque ainda não sei viver sem a esperança de ter você pra sempre ao meu lado.
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