25 de abr. de 2015

Estamos constantemente criando novas histórias que nos façam fugir do status quo, nem que seja por alguns minutos.
Acredite, somos extremamente capazes de viver e sentir as histórias que criamos, somos os roteiristas dos momentos que vivemos. Com uma dose cavalar de insistência, um pouco de prática e um caminhão de sorte, eu consegui te trazer pra minha história. Esta mesmo que estou escrevendo agora. Você talvez nem saiba que faz parte de tudo isto, mas já foi escalada pra este papel, e ele é de protagonista.
No final das contas cabe a mim viver essa história da mais fiel das formas, tão fiel que mentiras e verdades se fundem em uma crônica com início, meio e fim. Quem decide tudo isso? Eu, minha caneta e mais ninguém. A você cabe deixar-se ser escrita, vai por mim, tenho bastante coisa pra contar. E nem venha me dizer que isso não faz sentido, que eu estou ficando louca. Eu sei disso. Sei que existem diversos diagnósticos e que os provavelmente alguns deles estão corretos, mas decidi que serei meu próprio médico e pasme: acabo de receber alta.

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