Querido Papai Noel,
mais uma vez chegou os seus 15 minutos de fama, já estava com saudades. Também chegou a hora de todo mundo ficar bonzinho, fazer doações, pedir presentes, agradecer os presentes, rezar quando for meia noite, comer a droga do arroz com uva passa e comer pavê (ou pá comê? rá rá rá). Quem é que não faz isso vivendo no Ocidente?
Não é que eu não goste do Natal. É que simplesmente tudo ficou tão banal: todos esses ateus e críticos de Deus comemorando o que mesmo? E não é que eu seja a chata da família que passa o Natal na banheira com sais… Imagine...
Mas desde que o Reveillon é minha festa preferida, como presente (além do término do meu curso), peço para que meu bom velhinho viesse passar a virada do ano com a gente. Porque como disse Drummond: aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
Eu adoro a sua entrada triunfal pela chaminé, sinta-se a vontade para realizá-la no dia 31. Teremos várias comidinhas no mesmo estilo natalino.
Esse ano quero mais do que 15 minutos com o senhor. Qualquer dúvida, pergunte-me no dia 25, mas seria legal fazer disso uma surpresa para as crianças e adultos também. Mantenhamos contato pelo Facebook, pode ser?
Ah, diga para Mamãe Noel também vir! E tragam todo o amor do mundo pra cá.
Beijos com carinho,
Ana.
PS: Não teremos cerveja. Vai de vinho mesmo?
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