“Meu amor,
os dias desistiram de passar sem você aqui. Ando de um lado para o outro procurando ocupar a cabeça com algo produtivo, mas só sobrou o eco do seu silêncio. penso no porquê da tua ausência de respostas. Serão essas minhas palavras monólogos que não passam de ensaios? Onde a vida está acontecendo agora? Longe daqui, de certo. Longe de mim. Sem você sou tão baldia. Gosto dessa palavra “baldio”. É sonoro e me descreve bem como nenhuma outra: abandonada, sem valor, rejeitada, infértil, vazia, de ninguém. Olha os meus desvarios sem você por perto para me lembrar que me ama. Olha só como me ponho na beira do abismo, de pés descalços e beijando o vazio quando me vejo sem você. Esse amor assim, tão dependente, tão Ultra Romântico que guardo por ti vem acabando com a sanidade que sempre me foi parca. Veja bem, meu fim será Ultra Romântico também. Será? Não vamos pensar nisso agora.”
os dias desistiram de passar sem você aqui. Ando de um lado para o outro procurando ocupar a cabeça com algo produtivo, mas só sobrou o eco do seu silêncio. penso no porquê da tua ausência de respostas. Serão essas minhas palavras monólogos que não passam de ensaios? Onde a vida está acontecendo agora? Longe daqui, de certo. Longe de mim. Sem você sou tão baldia. Gosto dessa palavra “baldio”. É sonoro e me descreve bem como nenhuma outra: abandonada, sem valor, rejeitada, infértil, vazia, de ninguém. Olha os meus desvarios sem você por perto para me lembrar que me ama. Olha só como me ponho na beira do abismo, de pés descalços e beijando o vazio quando me vejo sem você. Esse amor assim, tão dependente, tão Ultra Romântico que guardo por ti vem acabando com a sanidade que sempre me foi parca. Veja bem, meu fim será Ultra Romântico também. Será? Não vamos pensar nisso agora.”
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