Da série: Tem, mas não há.
Como é que uma pessoa pode ser tão repugnantemente necessária
na sua vida, se nem vida ela tem? Alguém um dia me disse que a vida
é isso mesmo, ou talvez eu tenha lido, um transitar pelo belo e
repugnante no mesmo segundo; com uma perna em cada um, e a
cabeça pendendo para um dos dois lados. Os argumentos nessa hora
eu esqueço e troco tudo por palavras grosseiras que valem mais
do que qualquer textinho pronto. À merda.
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