Te gosto!
(...)
Eu realmente gostaria de me deixar invadir novamente pela sua arte, e dessa vez acreditar que essa invasão pode ser interessante.
Ainda sonho que um dia, eu vou acordar e descobrir que tudo não passou de uma noite ruim, ruim de fato; que você não destruiu os meus carinhos mais sinceros, que guardou todos os meus sorrisos,inclusive os amarelados (mesmo que esses tenham sido poucos).
Queria sair da platéia e mais uma vez fazer parte do seu espetáculo (...).
Penso que sou capaz, na correria dos corredores em que te encontro até funciona, mas na calmaria do gramado da Lapa não sei se realizo um momento que um dia já foi nosso.
Me deixa desconcentrada saber que você sente a minha falta.
Talvez a falta que você me faz nunca será dita.
Nesse momento eu sinto pena, tristeza mesmo, porque não deu certo.
Fugiu do meu controle. Quando é forçado, tudo é fadado ao fracasso.
(...)
Eu duvidei muito. Eu ainda duvido, mas se você diz, então eu acredito.
Como eu não posso usar uma borracha sempre que quiser apagar alguma coisa da minha vida, não se preocupe, eu não vou apagar você.
Acho que não apagaria nem se a borracha estivesse na minha mão e você na minha frente.
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